AGRONEGÓCIO

Brasil conquista acesso ao mercado australiano para exportação de pescados

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As autoridades sanitárias da Austrália autorizaram a exportação de pescados de origem extrativa do Brasil, ampliando as possibilidades de negócios para o setor pesqueiro nacional em um mercado estratégico e altamente qualificado.

Nova abertura representa oportunidade para pescados de alto valor agregado

Com a liberação, os exportadores brasileiros ganham espaço para comercializar espécies valorizadas como atum, pescada, lagosta e corvina, entre outras. A Austrália é um mercado exigente e reconhecido por padrões sanitários rigorosos, o que reforça a confiança na qualidade dos produtos pesqueiros nacionais.

Crescimento das exportações brasileiras de pescado

Somente em 2024, o Brasil já exportou mais de US$ 400 milhões em pescados, refletindo a crescente relevância do setor no comércio exterior brasileiro. A nova abertura contribui para consolidar esse desempenho e diversificar os destinos da produção nacional.

Avanços no agronegócio: 357 mercados abertos desde 2023

A autorização da Austrália marca a 57ª abertura de mercado em 2025, elevando para 357 o total de novos mercados abertos desde o início de 2023. O número expressivo é resultado da intensificação das ações de promoção comercial do agronegócio brasileiro em diferentes regiões do mundo.

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Esforço conjunto entre ministérios viabilizou a abertura

O acesso ao mercado australiano é fruto da atuação coordenada entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA). A cooperação entre os órgãos tem sido fundamental para a inserção de produtos brasileiros em mercados estratégicos e para o fortalecimento da imagem do Brasil como fornecedor confiável de alimentos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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