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Capal Realiza Evento de Mobilização para a Safra de Verão, com Ênfase em Segurança e Qualidade

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Com a expectativa de uma safra recorde, os produtores de soja se preparam para a colheita da safra de verão 2024/2025. Em sintonia com as previsões positivas para o ciclo agrícola, a Capal Cooperativa Agroindustrial promoveu um evento de mobilização que reuniu lideranças e colaboradores das áreas operacionais. O encontro, realizado na Matriz da cooperativa em Arapoti (PR), teve como tema central “Segurança, Qualidade e Cooperação” e abordou pontos fundamentais para garantir o sucesso da safra.

O evento contou com apresentações sobre o cenário de campo, gestão de pessoas, segurança do trabalho, logística, responsabilidade ambiental e os processos pós-colheita. As discussões foram conduzidas pelos setores Comercial, Gestão de Pessoas, Segurança do Trabalho, Operacional e Departamento de Assistência Técnica da Capal.

Carlos Faria, coordenador de Operações de Grãos da Capal, destacou a importância de garantir segurança e qualidade em todas as etapas do trabalho. “Quando qualquer ação coloca em risco a segurança do colaborador ou a qualidade do produto, ela deve ser interrompida. Esse é o nosso compromisso. Só conseguiremos alcançar a excelência por meio da cooperação de todos”, afirmou Faria.

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Adilson Roberto Fuga, presidente executivo da cooperativa, enfatizou a importância da preparação da equipe para o pós-colheita, com foco em eficiência e segurança. “Se trabalharmos com segurança, todos voltaremos para casa. A segurança deve estar em nosso DNA, e eventos como este são essenciais para alinharmos nossas ações”, afirmou.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou recentemente o Prognóstico para a Produção Agrícola de 2025, prevendo uma safra recorde de soja no Brasil, com estimativa de 167,3 milhões de toneladas, um aumento de 15,4% em relação à safra anterior. Na área atendida pela Capal, que abrange os estados do Paraná e São Paulo, a colheita já começou em algumas propriedades e deve avançar nas próximas semanas.

“A expectativa é de uma safra cheia, com maior volume de grãos sendo recebido no final de fevereiro”, comentou a diretora industrial Valquíria Demarchi Arns. Visando a esse grande volume de recebimento, a Capal tem se preparado com investimentos em infraestrutura. “Nos últimos anos, fizemos grandes investimentos na ampliação da capacidade de armazenagem, e isso será essencial para atender à demanda da safra”, concluiu Eliel Magalhães Leandro, diretor comercial da Capal.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de café na Ásia enfrenta escassez de oferta e preocupa traders com riscos climáticos do El Niño

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O mercado de café no Sudeste Asiático segue operando com oferta restrita e baixa liquidez nas últimas semanas, em um cenário marcado pela retenção de vendas no Vietnã, atrasos na colheita da Indonésia e crescente preocupação com os impactos climáticos associados ao possível retorno do fenôeno El Niño. A avaliação é da Hedgepoint Global Markets, que monitora o comportamento do mercado global da commodity.

Segundo a análise, o Vietnã — maior produtor mundial de café robusta — registrou forte desempenho nas exportações até abril da safra 2025/26, embarcando 18,6 milhões de sacas, volume 23,9% superior ao observado no mesmo período do ciclo anterior.

Vietnã reduz disponibilidade de café após vendas aceleradas

De acordo com a Hedgepoint Global Markets, os produtores vietnamitas aproveitaram os preços elevados, a maior oferta da safra e a menor presença do Brasil nas exportações nos últimos meses para intensificar as vendas no início da temporada.

Com grande parte da produção já comercializada e o país entrando no período de entressafra, os produtores passaram a reduzir o ritmo de novos negócios, diminuindo a disponibilidade de café no mercado internacional.

Esse movimento levou compradores a buscar alternativas na Indonésia. No entanto, o país também enfrenta dificuldades de oferta.

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Chuvas atrasam colheita de café na Indonésia

As chuvas intensas registradas nas últimas semanas provocaram atrasos no início da colheita da safra 2026/27 da Indonésia, reduzindo a disponibilidade imediata do produto e limitando os volumes exportados.

“A safra 26/27 da Indonésia tinha previsão de começar em abril, com volumes maiores chegando ao mercado a partir de maio. No entanto, chuvas intensas ao longo do mês passado atrasaram o início da colheita, limitando a disponibilidade de café”, afirma Laleska Moda, analista de Inteligência de Mercado da Hedgepoint Global Markets.

Oferta restrita sustenta preços do café robusta

O cenário de menor disponibilidade na Ásia também tem sustentado os preços internacionais do café robusta, principalmente porque a entrada da safra brasileira 2026/27 ainda ocorre de forma lenta, apesar da expectativa de produção recorde.

Outro fator que contribui para o suporte das cotações é o fortalecimento do real frente ao dólar, condição que reduz o interesse de produtores brasileiros em acelerar vendas no curto prazo.

El Niño amplia preocupações para próximas safras

Além das restrições imediatas de oferta, o clima segue no radar do mercado cafeeiro global. No Vietnã, abril registrou chuvas abaixo da média após um março mais úmido, aumentando as preocupações sobre a floração e o desenvolvimento das lavouras.

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As atenções do mercado se concentram na possibilidade de formação de um novo episódio de El Niño ao longo do segundo trimestre, fenômeno que pode afetar a disponibilidade hídrica nas regiões produtoras.

“Até o momento, nenhum impacto negativo foi relatado, e chuvas adicionais são esperadas nos próximos dias, o que deve proporcionar algum alívio aos agricultores”, destaca Laleska Moda.

Segundo a analista, os maiores riscos climáticos ainda estão concentrados nas próximas temporadas.

“Os principais riscos são vistos atualmente para a safra 27/28, já que o El Niño poderia restringir a disponibilidade de água para irrigação e atrasar a floração do café”, afirma.

Mercado segue atento à oferta global de café

Com estoques reduzidos no Vietnã, atraso da colheita na Indonésia e incertezas climáticas para os próximos ciclos, o mercado internacional de café segue monitorando de perto a evolução da oferta asiática.

A combinação entre menor disponibilidade imediata e riscos climáticos futuros mantém o setor em alerta e reforça a volatilidade nas cotações globais do café robusta.

Fonte: Portal do Agronegócio

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