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De Heus apresenta RobotExpert: tecnologia que transforma dados da ordenha robotizada em mais lucro para o produtor

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A De Heus Brasil está revolucionando a pecuária leiteira com o RobotExpert, uma solução que une nutrição de precisão à análise de dados em tempo real para otimizar o desempenho do rebanho e aumentar a rentabilidade do produtor. O sistema será uma das grandes atrações da Agroleite 2025, que acontece de 5 a 8 de agosto, em Castro (PR).

Tecnologia voltada para produtividade e retorno financeiro

Na pecuária leiteira moderna, especialmente nas propriedades com ordenha robotizada, o desafio é fazer com que cada etapa da operação funcione com precisão, garantindo produtividade e retorno do alto investimento em tecnologia. Com base nessa necessidade, a De Heus desenvolveu o RobotExpert, um sistema que coleta e analisa dados do robô de ordenha — independente da marca — e cruza essas informações com os dados de alimentação do rebanho.

Integração com o software FeedExpert

A análise dos dados é realizada por meio do FeedExpert, software de formulação de dietas da própria De Heus. Ele integra informações como número de visitas ao robô, fluxo de leite e consumo de ração, ajudando a identificar gargalos produtivos e indicando ajustes na nutrição e manejo.

De acordo com Guilherme Leão, Gerente de Produto de Ruminantes da empresa, o objetivo é oferecer uma abordagem personalizada para cada propriedade, melhorando o desempenho do rebanho e o retorno financeiro da atividade.

“Com o RobotExpert, conseguimos entender os principais pontos que limitam a produção na fazenda e propor ações específicas para melhorar os resultados”, afirma Leão.

Sinergia entre nutrição, saúde e ordenha robotizada

O RobotExpert propõe uma abordagem holística, ajustando alimentação, saúde animal e funcionamento do robô de ordenha para operar de forma integrada. A equipe técnica identifica gargalos como baixa frequência de ordenhas ou erros na permissão de acesso ao robô, promovendo correções tanto na dieta quanto nas configurações dos equipamentos.

“Com essa integração, é possível construir recomendações sólidas e adaptadas à realidade de cada fazenda”, destaca Leão.

Aplicação prática e suporte especializado

Atualmente, o sistema é utilizado por 47 usuários no Brasil, com uma equipe técnica especializada que atua em todas as regiões do país. Destes, 11 profissionais são treinados exclusivamente para atender propriedades com ordenha robotizada.

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A De Heus também investe em capacitação contínua, com destaque para o trabalho do consultor global Jan Willem Hakvoort, que realiza treinamentos a cada seis semanas e visita o Brasil anualmente. Com experiência em mais de 2.000 fazendas ao redor do mundo, Hakvoort compartilha conhecimento global para melhorar os resultados locais.

Resultados concretos no campo

A adoção da tecnologia já traz resultados visíveis em propriedades com diferentes perfis, como nos estados de Sergipe (SE) e Paraná (PR). Mesmo em cenários distintos, os primeiros ganhos são percebidos já na primeira semana de uso, conforme ajustes técnicos são implementados.

“Os resultados têm sido expressivos nas fazendas que utilizam o sistema de forma completa, demonstrando a eficácia da ferramenta em diversas condições”, afirma Leão.

Destaque no Agroleite 2025

A De Heus Brasil levará o RobotExpert como um de seus principais destaques ao Agroleite 2025, um dos maiores eventos da pecuária leiteira no país. A empresa é patrocinadora Diamante da feira e terá um estande onde apresentará seu portfólio de soluções para uma pecuária mais moderna, lucrativa e sustentável.

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Com o RobotExpert, a De Heus fortalece sua posição como referência em inovação na pecuária leiteira, oferecendo tecnologia de ponta que transforma dados em decisões mais inteligentes e rentáveis para o produtor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Risco de geada no Sul agrava escassez e faz preço do feijão bater recordes

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O feijão voltou ao centro das preocupações do mercado agrícola brasileiro. Com oferta curta, dificuldade para encontrar produto de qualidade e ameaça de geadas sobre áreas produtoras do Sul do país, os preços dispararam nas últimas semanas e já atingem patamares históricos em algumas regiões.

O movimento é puxado principalmente pelo feijão carioca, variedade mais consumida pelos brasileiros. Em importantes polos produtores de São Paulo e Minas Gerais, lotes considerados “extra” já superam R$ 430 por saca no mercado físico. Em negociações destinadas ao abastecimento da capital paulista, negócios pontuais chegaram perto de R$ 470 por saca — um dos maiores níveis já registrados para a cultura.

A escalada dos preços acontece em um momento delicado para o abastecimento. O mercado enfrenta escassez justamente dos grãos de melhor qualidade, enquanto produtores seguram parte da oferta apostando em novas altas. Empacotadoras e atacadistas relatam dificuldade para montar lotes homogêneos, o que elevou a disputa pelos feijões classificados como nota alta.

Ao mesmo tempo, problemas climáticos aumentam a tensão sobre a segunda safra 2025/26. Paraná e Minas Gerais tiveram atrasos no plantio, excesso de chuvas e ritmo lento de colheita nas últimas semanas. Agora, a chegada do frio intenso ao Sul do Brasil adiciona um novo fator de preocupação.

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As geadas passaram a entrar no radar do setor justamente em uma fase importante para parte das lavouras. Técnicos alertam que o frio pode comprometer enchimento dos grãos, peneira e qualidade final da produção, reduzindo ainda mais a disponibilidade de feijão premium no mercado.

A pressão já começa a contaminar também o mercado do feijão preto. Tradicionalmente mais barato, ele passou a ganhar competitividade diante da disparada do carioca e vem registrando forte valorização nas últimas semanas. Em algumas regiões do Paraná, as cotações saltaram de cerca de R$ 160 para perto de R$ 200 por saca em poucos dias.

O avanço do feijão preto reflete uma migração parcial do consumo. Com o carioca cada vez mais caro, parte do varejo e dos consumidores começou a buscar alternativas para reduzir custos, aumentando a demanda pela variedade preta.

O cenário preocupa porque o feijão é um dos produtos mais sensíveis ao abastecimento interno. Diferentemente da soja ou do milho, grande parte da produção é destinada ao consumo doméstico e trabalha com estoques historicamente apertados. Quando há quebra de qualidade ou retenção de oferta, o impacto nos preços costuma ser rápido.

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Hoje, o Brasil produz entre 2,8 milhões e 3 milhões de toneladas de feijão por ano, somando as três safras cultivadas em diferentes regiões do país. Paraná, Minas Gerais, Goiás, Bahia e Mato Grosso estão entre os principais produtores nacionais.

Com a combinação entre oferta restrita, clima adverso e estoques reduzidos, analistas avaliam que o mercado deve continuar pressionado nas próximas semanas, mantendo os preços em níveis elevados tanto para o produtor quanto para o consumidor final.

Fonte: Pensar Agro

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