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Pinhalzinho Inaugura Rota Turística com Diversas Atrações para Visitantes

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Pinhalzinho celebrou esta semana o lançamento oficial de sua Rota Turística, marcado por uma calorosa recepção e uma mesa farta. O evento, organizado pela Prefeitura em parceria com o Sebrae/SC, através do Programa Cidade Empreendedora, reuniu 50 visitantes ávidos por explorar as belezas locais. Foram apresentados os 11 empreendimentos que compõem a rota, prometendo agradar desde os aventureiros interessados em tirolesa e pesca esportiva até os aficionados pela gastronomia regional autêntica.

A solenidade contou com a presença de representantes do Sebrae/SC, como a gestora regional Gabriela da Costa Heming, e as consultoras especialistas em turismo Karla Hall e Silvia Nowalski. Também estiveram presentes o empreendedor Vander Júnior Both, a secretária de desenvolvimento econômico e turismo Nair Luiza Klein Mantelli, além de agentes de desenvolvimento e outros empreendedores locais.

Gabriela destacou a importância de desenvolver o turismo local, exibindo as riquezas naturais e os atrativos presentes no município. “Agradecemos à parceria com a administração municipal por estimular e proporcionar condições para o desenvolvimento deste setor. Agradeço especialmente aos empreendedores que acreditaram e hoje fazem parte desta rota”, enfatizou.

Clédia explicou que o interesse em adentrar no ramo do turismo foi incentivado em 2023 pelo secretário de desenvolvimento econômico à época, Luiz Galeazzi, que começou a participar das reuniões da Instância de Governança Regional (IGR), promovendo o potencial turístico de Pinhalzinho. “Mobilizamos recursos para atender às demandas dos empresários do setor turístico. A Sala do Empreendedor sempre buscou atender todas as empresas do município, e o turismo, até então, não havia recebido a devida atenção. Iniciamos ações para fortalecer tanto o turismo quanto o artesanato. O lançamento do projeto de artesanato já foi realizado, e agora estamos focados no turismo”, destacou Clédia.

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Ambos os projetos foram desenvolvidos em parceria com o Sebrae/SC através do Programa Cidade Empreendedora. “A partir de outubro de 2023, iniciamos reuniões e capacitações para preparar os empreendedores. É gratificante ver o empenho e o envolvimento desses empresários na transformação de suas propriedades para receber os turistas. Oferecemos diversos treinamentos, como marketing, atendimento ao público, precificação dos atrativos na propriedade, e identificação do potencial turístico local. Realizamos um estudo aprofundado de cada propriedade, além de consultorias individuais e visitas técnicas, ajudando cada empreendedor a superar desafios específicos, como a adequação da infraestrutura, criação de atrativos, e divulgação dos negócios. Com a dedicação dos empreendedores e o apoio do Sebrae/SC, esses projetos estão transformando o cenário turístico da região, gerando renda e oportunidades para a comunidade”, explicou Diam.

Nair comentou a importância da Rota Turística para Pinhalzinho. “Agradecemos imensamente a parceria com o Sebrae/SC, que já está gerando resultados concretos, como o aumento do número de visitantes e a criação de novos negócios. Estamos confiantes de que a Rota Turística se tornará um grande sucesso, impulsionando o desenvolvimento econômico e social”, comemorou.

VISITE PINHALZINHO:

Evelyn Steffens, empreendedora do Complexo de Lazer Água do Vale, iniciou sua jornada no setor há cerca de um ano e sete meses, quando adquiriu o parque do antigo proprietário. “Desde então, dedico-me à revitalização e modernização do espaço, buscando oferecer aos visitantes uma experiência única de lazer e diversão”, afirmou Evelyn. “Busquei auxílio na Sala do Empreendedor, que em parceria com o Sebrae/SC, proporcionou-me capacitação em diversas áreas, desde atendimento ao público até gestão de negócios. Conhecer outras rotas turísticas consolidadas e ver o sucesso de seus empreendimentos foi inspirador e motivador para seguir adiante com meus planos para o Complexo de Lazer Água do Vale”.

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Vander Júnior Both, proprietário do Sítio Volta Grande, iniciou suas atividades em 2019. “Desde então, contamos com o apoio do Sebrae/SC em outros programas e agora com o auxílio na gestão e desenvolvimento de roteiros turísticos. Sempre foi um sonho criar uma rota turística na região oeste, pois percebíamos a demanda por um refúgio tranquilo. Muitos turistas do litoral buscavam escapar da agitação e não encontravam opções adequadas. Com o lançamento de novos atrativos na região, estamos confiantes de que o público visitará nossa cidade cada vez mais. No Sítio Volta Grande, os hóspedes podem desfrutar de momentos inesquecíveis em meio à natureza, com todo o conforto e a atenção da equipe”, convidou.

DESCUBRA AS NOVAS ROTAS TURÍSTICAS:

A Rota Turística de Pinhalzinho inclui os seguintes empreendimentos: Vinícola Canzi, Pesque Pague Parise, Embutidos Lamb, Sítio Pôr do Sol, Sítio Volta Grande, Pousada Vale da Lua, Moinho Trentin, Zwirtes, Hopa Morangos, Complexo de Lazer Água do Vale e Sítio das Palmeiras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pressão sobre preços nos EUA abre nova oportunidade para o agronegócio brasileiro

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A escalada do custo dos alimentos e dos combustíveis nos Estados Unidos começa a produzir uma mudança que pode favorecer o agronegócio brasileiro. Pressionado pela inflação e pela proximidade das eleições legislativas de novembro, o governo de Donald Trump passou a adotar medidas para ampliar a oferta de produtos e tentar reduzir preços ao consumidor. Na carne bovina, a decisão já abre uma nova janela para exportadores do Brasil.

Trump autorizou nesta semana a entrada adicional de 300 mil toneladas de carne bovina magra pelas condições mais favoráveis da cota tarifária americana. O volume será dividido em três parcelas de 100 mil toneladas, entre setembro e novembro, e ficará disponível para países enquadrados na categoria de “outros países ou áreas”, na qual o Brasil disputa espaço com outros fornecedores.

A mudança é relevante porque a cota compartilhada à qual a carne brasileira tem acesso normalmente é preenchida rapidamente. Depois de esgotado o limite, os embarques passam a enfrentar uma tarifa extra-cota de 26,4%, reduzindo a competitividade do produto.

Com a ampliação temporária, abre-se espaço para que mais carne brasileira chegue ao mercado norte-americano sem essa tarifa adicional. A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) considera a medida uma oportunidade comercial, embora ressalte que o Brasil terá de disputar o novo volume com outros países habilitados.

O momento é particularmente favorável porque os Estados Unidos enfrentam falta de animais. O rebanho bovino americano caiu para o menor nível em cerca de 75 anos, depois de anos de seca, custos elevados e redução do número de matrizes. Como a recomposição do plantel leva tempo, aumentar as importações tornou-se uma das alternativas de curto prazo para ampliar a oferta.

O Brasil chega a essa abertura em posição importante. Entre janeiro e julho deste ano, os Estados Unidos compraram 233,8 mil toneladas de carne bovina brasileira, 17,1% mais que no mesmo período de 2025, tornando-se o segundo maior destino do produto nacional.

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No total, o Brasil exportou 1,97 milhão de toneladas de carne bovina nos primeiros sete meses de 2026, crescimento de 9,9%. A China continua como principal compradora, mas a abertura de espaço adicional nos Estados Unidos ganha importância justamente porque permite ao setor reduzir a dependência do mercado chinês.

Para o pecuarista brasileiro, uma demanda externa maior significa mais competição pela matéria-prima dentro do País. O efeito sobre a arroba não é automático, mas novos canais de exportação tendem a ampliar as alternativas comerciais dos frigoríficos e, principalmente em períodos de oferta mais ajustada de animais, podem contribuir para dar sustentação aos preços pagos pelo boi.

Combustível entra na mesma pressão

A carne não é o único produto que levou o governo americano a buscar alternativas para aumentar a oferta. A guerra contra o Irã elevou fortemente os preços do petróleo e levou a gasolina comum nos Estados Unidos para acima de US$ 4 por galão, cerca de US$ 1 a mais que há um ano.

Trump deve se reunir na próxima semana com representantes de refinarias e grandes redes de combustíveis para discutir formas de reduzir o preço nas bombas. O petróleo chegou a superar US$ 110 por barril durante o conflito, principalmente depois das restrições ao tráfego pelo Estreito de Ormuz, rota por onde passava aproximadamente 20% do petróleo mundial.

Nesta sexta-feira (28), as cotações internacionais recuavam e caminhavam para encerrar a semana em queda, acompanhando a retomada parcial do fluxo de navios pela região. Ainda assim, o petróleo permanece bem acima dos níveis anteriores à guerra.

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A situação colocou também os biocombustíveis no centro da disputa. Os Estados Unidos possuem uma das maiores indústrias de etanol do mundo e adotaram neste ano metas recordes de incorporação de combustíveis renováveis. Ao mesmo tempo, refinarias pressionam por dispensas que reduziriam temporariamente suas obrigações de mistura.

O governo Trump discute justamente como aliviar os custos das refinarias sem prejudicar agricultores e produtores de biocombustíveis. Uma das possibilidades avaliadas é compensar eventuais dispensas concedidas agora com aumento das metas de combustíveis renováveis em 2027.

Para o Brasil, maior utilização de etanol nos Estados Unidos seria positiva para o mercado internacional, mas ainda não há uma decisão que permita afirmar que haverá aumento das compras do produto brasileiro. Ao contrário da carne bovina, portanto, a oportunidade para o etanol ainda é potencial.

O ponto em comum entre os dois mercados está na mudança de prioridade em Washington. Com alimentos e combustíveis mais caros pressionando o orçamento das famílias, o governo americano passou a procurar rapidamente formas de aumentar a oferta e reduzir custos.

Na carne, essa necessidade já derrubou parcialmente uma barreira que limitava o acesso ao maior mercado consumidor do mundo. Para o Brasil, que já é o maior exportador global de carne bovina e tem capacidade para ampliar embarques, a crise de preços americana pode se transformar em uma oportunidade adicional para pecuaristas e frigoríficos nos últimos meses de 2026.

Fonte: Pensar Agro

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