AGRONEGÓCIO

Produtores de Paraná e Goiás Conhecem Cultivares Inovadoras da TMG para Aumentar Rentabilidade e Sustentabilidade

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Entre janeiro e março, a TMG – Tropical Melhoramento & Genética, especializada em soluções genéticas para soja, algodão e milho, está promovendo encontros em diversas regiões do Brasil para apresentar suas novas cultivares de soja. O objetivo é oferecer alternativas que aumentem a rentabilidade e promovam maior sustentabilidade nas lavouras.

Durante o evento Conecta 2025, realizado em janeiro em Cambé (PR) e Rio Verde (GO), os produtores tiveram a oportunidade de conhecer as cultivares desenvolvidas pela empresa, que são uma homenagem a árvores nativas do Brasil. As novas variedades foram projetadas para atender às demandas específicas de cada região, com foco em resistência a pragas, fungos e adaptação a condições climáticas diversas. As cultivares apresentam alto desempenho, sanidade foliar, resistência ao acamamento e tolerância à seca.

Patrick Santos, consultor de desenvolvimento de produtos da TMG, destacou a importância dessas características para o planejamento e manejo das lavouras. “Esses atributos garantem mais segurança, o que contribui para aumentar o potencial produtivo, mesmo em condições adversas”, afirmou. Santos também ressaltou que os investimentos contínuos em melhoramento genético visam ampliar os resultados positivos do agronegócio nacional.

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Rodrigo Tramontina, engenheiro agrônomo e presidente da AssoSoja, enfatizou a relevância de eventos como o Conecta para o setor agrícola. “Procuramos informações sobre manejo do solo, biologia, genética, mercado e clima. Eventos como esse, com informações objetivas e apresentadas por empresas de renome, trazem grande confiabilidade para os agricultores”, destacou.

Para Santos, os depoimentos de produtores como Tramontina ressaltam a importância do Conecta TMG como um ponto de contato direto com os agricultores, permitindo que a empresa entenda seus principais desafios e desenvolva soluções mais eficazes. “Essas interações são fundamentais para promover um agronegócio forte, rentável e sustentável”, concluiu.

Em fevereiro, os profissionais da TMG seguirão para Campo Verde (MT) e, em março, estarão em Passo Fundo (RS), para continuar as apresentações das novas cultivares e estreitar o relacionamento com os produtores.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de proteínas animais disparam em maio e carne de frango lidera avanço brasileiro

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As exportações brasileiras de proteínas animais seguem aquecidas em maio de 2026, reforçando o protagonismo do agronegócio nacional no comércio global de alimentos. Dados divulgados pela Secex apontam avanço consistente nos embarques de carne de frango e carne suína, com destaque para o desempenho do setor avícola, que lidera em volume e faturamento.

O cenário positivo reflete a forte demanda internacional pelas proteínas brasileiras, favorecida pela competitividade dos produtos nacionais e pela ampliação das compras em mercados estratégicos.

Carne de frango lidera exportações brasileiras de proteínas

A carne de frango manteve a liderança entre as proteínas animais exportadas pelo Brasil neste mês. Segundo os dados da Secex, os embarques de carnes de aves e miudezas comestíveis frescas, refrigeradas ou congeladas somaram 238,3 mil toneladas até a segunda semana de maio.

A receita acumulada alcançou US$ 450,4 milhões no período, com média diária de US$ 45 milhões. O volume médio exportado ficou em 23,8 mil toneladas por dia útil.

Além do elevado ritmo de embarques, o setor avícola brasileiro manteve forte competitividade internacional. O preço médio da proteína exportada foi de US$ 1.889,9 por tonelada, consolidando o Brasil entre os principais fornecedores globais de carne de frango.

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O desempenho positivo ocorre em meio ao aumento da demanda internacional por proteínas de menor custo e ao fortalecimento das exportações brasileiras para mercados da Ásia, Oriente Médio e América Latina.

Carne suína mantém crescimento nas vendas externas

A carne suína também apresentou resultado expressivo nas exportações brasileiras ao longo da primeira metade de maio. De acordo com a Secex, os embarques de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 55,5 mil toneladas no período.

A receita gerada pelas vendas externas chegou a US$ 138,4 milhões, com média diária de faturamento de US$ 13,8 milhões.

O volume médio exportado ficou em 5,5 mil toneladas por dia útil, enquanto o preço médio negociado atingiu US$ 2.491,6 por tonelada.

Mesmo com volume inferior ao registrado pela carne de frango, o setor suinícola brasileiro segue sustentado pela ampliação da demanda internacional e pela consolidação da proteína nacional em importantes mercados importadores.

A valorização dos preços médios também reforça a competitividade da carne suína brasileira no mercado externo.

Exportações de pescado têm menor participação em maio

Entre os segmentos analisados pela Secex, o pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado apresentou participação mais modesta nas exportações brasileiras em maio.

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Até a segunda semana do mês, o setor embarcou 419,7 toneladas, gerando receita de US$ 2,15 milhões.

A média diária de faturamento ficou em US$ 215 mil, enquanto o volume médio exportado atingiu 42 toneladas por dia útil.

Apesar da menor representatividade em relação às carnes de aves e suína, o pescado registrou o maior valor médio por tonelada entre as proteínas analisadas. O preço médio negociado alcançou US$ 5.122,9 por tonelada exportada.

Agronegócio brasileiro mantém força no mercado global

O avanço das exportações de proteínas animais reforça a posição estratégica do Brasil como um dos maiores fornecedores mundiais de alimentos.

O desempenho positivo de frango, carne suína e pescado em maio mostra a força do setor exportador brasileiro, que segue beneficiado pela demanda internacional aquecida, pelo câmbio favorável e pela competitividade da produção nacional.

A expectativa do mercado é de continuidade no ritmo elevado de embarques ao longo do segundo trimestre, especialmente para os segmentos de aves e suínos, que seguem ampliando presença nos principais destinos globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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