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Várzea Grande lidera ranking da CGU com 100% de respostas ao cidadão

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A Ouvidoria Geral da Prefeitura de Várzea Grande encerrou o ano de 2025 com um resultado importante, 100% das demandas respondidas e nenhuma pendência registrada até 31 de dezembro. O desempenho foi publicado em relatório público no site da Prefeitura neste fevereiro e colocou o município em 1º lugar no Estado de Mato Grosso no ranking do Painel Resolveu, plataforma nacional vinculada à Controladoria-Geral da União (CGU).

Foram registradas, entre janeiro e dezembro, 606 manifestações pelos canais oficiais do município. Todas foram respondidas dentro do período analisado. “Somente pela plataforma federal Fala.BR, integrada ao Painel Resolveu, foram registrados 444 atendimentos, o que reforça a utilização dos canais digitais como principal meio de interação entre população e administração pública”, acrescenta a ouvidora municipal, Ivanilde Nogueira Ramos Vaz.

O relatório também pontua que o índice de resolutividade atingiu 100%, superando a meta institucional prevista para o ano, que era manter o percentual mínimo de 92,49% de respostas.

“Tivemos 37% das manifestações pelo Fala.BR; 26% chegaram via telefone o nosso 0800; 20% pelo e-mail e 17% pelo atendimento pessoal”, cita a ouvidora explicando que “o resultado evidencia o crescimento do uso de plataformas digitais, embora o atendimento telefônico ainda represente parcela significativa da demanda”, avalia a ouvidora.

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“Ano passado, a Ouvidoria alcançou um resultado importante ao registrar e responder todas as demandas recebidas, sem nenhuma pendência até o encerramento do exercício. Esse desempenho superou a meta institucional prevista e garantiu ao município o 1º lugar em Mato Grosso no ranking do Painel Resolveu, plataforma nacional vinculada à CGU. O resultado demonstra o compromisso da gestão com a transparência, a escuta ativa da população e a eficiência na prestação dos serviços públicos, fortalecendo a confiança da sociedade na administração municipal e consolidando a Ouvidoria como instrumento efetivo de participação e controle social”, afirmou a controladora Geral do Município, Elizangela Batista de Oliveira.

Denúncias e reclamações – Das 606 manifestações registradas em 2025, 35% foram denúncias, 30% reclamações, 14% solicitações de serviço, 10% solicitações diversas, 8% pedidos de informação, 3% distribuídos entre sugestões, críticas e elogios.

“No Painel Resolveu, 51% das manifestações foram classificadas como respostas formais das secretarias municipais, 45% como denuncismo e 4% como registros genéricos”, explica a ouvidora.

A Secretaria Municipal de Serviços Públicos liderou o volume de atendimentos, com 219 demandas registradas e respondidas. Em seguida aparecem: Secretaria de Saúde (87), Secretaria de Educação (68), Secretaria de Obras (56), e Departamento de Água e Esgoto (31).

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As principais reclamações envolveram coleta de lixo, manutenção asfáltica (tapa-buracos) e fiscalização urbana. E, o perfil dos manifestantes mostra que 39% das manifestações foram anônimas; 33% realizadas por mulheres; 25% por homens e 3% por pessoas jurídicas.

“Com o resultado de 2025, a Ouvidoria de Várzea Grande se consolida como instrumento estratégico de escuta ativa e controle social, fortalecendo os princípios da transparência e eficiência na gestão pública. Um exemplo é a expressiva participação anônima que reforça a Ouvidoria como canal seguro para denúncias”, avalia a controladora Geral do Município, Elizangela Batista de Oliveira.

O relatório completo está disponível no Portal da Transparência do município.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Resultado das ovitrampas orienta força-tarefa contra o Aedes aegypti em Várzea Grande

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Equipes de Controle de Endemias e do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) deram continuidade, nesta segunda-feira (10), às ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, em vários bairros de Várzea Grande. A atividade faz parte da segunda etapa do trabalho realizado por meio das ovitrampas, armadilhas utilizadas para identificar a presença e a intensidade da circulação do mosquito no território.

Durante a primeira etapa, realizada no mês de julho, 211 ovitrampas foram instaladas em pontos estratégicos do município. Após cinco dias de exposição, as armadilhas foram recolhidas e encaminhadas ao laboratório, onde os ovos encontrados foram contabilizados e analisados pelas equipes.

A partir dos resultados, foi possível identificar os pontos com maior concentração de ovos do Aedes aegypti. No Setor 1, que contempla a região do Grande Cristo Rei, foram trabalhados os bairros Parque do Lago, Santa Luzia, Santa Clara, Dom Bosco e Cristo Rei, com a delimitação das áreas de foco.

Segundo Roseane Félix, supervisora-geral do Setor 1, no bairro Parque do Lago, por exemplo, foi identificado que o quarteirão 22 apresentou o maior quantitativo de ovos do mosquito e, por isso, foi definido como área prioritária para a atuação das equipes.

A partir dessa identificação, a força-tarefa realizou a delimitação e o bloqueio da área, com o objetivo de eliminar a presença do vetor no quarteirão positivo e nos imóveis circunvizinhos.

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Durante a ação, os agentes percorrem os imóveis de porta em porta, realizando a inspeção de quintais, recipientes que possam acumular água, caixas-d’água e outros possíveis criadouros. Também são realizadas ações de controle mecânico, com a eliminação de recipientes e focos, aplicação de larvicida, quando necessária, e orientação aos moradores.

Roseane explica que o trabalho permite direcionar as ações de campo para as áreas que apresentam maior risco.

“A ovitrampa é uma importante ferramenta de vigilância, porque nos permite identificar onde há maior circulação do mosquito. A partir dos resultados, conseguimos direcionar as equipes para uma atuação mais efetiva, realizando a eliminação dos criadouros, o tratamento quando necessário e, principalmente, orientando os moradores.”

A orientação à população é uma das principais estratégias para evitar a proliferação do mosquito, especialmente antes do período de chuvas, quando aumenta a possibilidade de formação de criadouros. Os moradores são orientados a manter os quintais limpos e sem recipientes com água acumulada, manter as caixas-d’água devidamente tampadas e evitar água parada em pratos de plantas, que devem permanecer secos ou receber areia.

Moradora do Parque do Lago há 40 anos, Conceição Lino, de 65 anos, recebeu as agentes em sua residência e destacou a importância do trabalho de orientação realizado pelas equipes.

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“Eu já conheço elas há muito tempo e já tenho elas como minhas amigas. Acho muito importante o trabalho que elas fazem, a orientação, o conselho e a informação. É um trabalho importantíssimo, principalmente antes que chegue o período das chuvas e aumente os mosquitos. É uma forma de evitar a dengue, a zika e a chikungunya.”

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que o combate ao Aedes aegypti depende da atuação conjunta do poder público e da população. A eliminação de pequenos pontos de água parada dentro das residências é uma das principais medidas para impedir que o mosquito complete seu ciclo de reprodução.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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