Várzea Grande

Viação e Obras amplia acessibilidade urbana na Avenida Arthur Bernardes

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A Secretaria orienta motoristas e pedestres, que utilizam a via, a redobrar a atenção durante a execução dos trabalhos, respeitando a sinalização de segurança e colaborando com fluxo sob obras

A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Viação e Obras, está executando melhorias na Avenida Arthur Bernardes, com foco na reorganização das vias e na ampliação da acessibilidade urbana. Entre as ações em andamento, está a implantação de rampas de acesso destinadas à circulação de pessoas com mobilidade reduzida e ou com deficiência.

A iniciativa segue o planejamento da gestão municipal de adequar os espaços públicos para garantir mais segurança e conforto aos pedestres, especialmente aqueles que necessitam de recursos de acessibilidade para se deslocarem.

De acordo com a Secretaria de Viação e Obras, a instalação de rampas em pontos estratégicos da Avenida Arthur Bernardes vai facilitar a travessia e a utilização das calçadas, assegurando melhores condições de mobilidade. Os serviços estão sendo realizados com equipe própria da pasta, reforçando a capacidade operacional do município na execução direta de obras urbanas.

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A Secretaria orienta motoristas e pedestres, que utilizam a via, a redobrar a atenção durante a execução dos trabalhos, respeitando a sinalização de segurança e colaborando com o fluxo no trecho em obras.

Além dessa frente de trabalho, a pasta vem atuando de forma contínua em diferentes regiões da cidade, realizando intervenções voltadas à melhoria da infraestrutura viária, com serviços de pavimentação, recapeamento e manutenção de ruas e avenidas.

As obras na Avenida Arthur Bernardes seguem em andamento e representam mais um passo no processo de modernização da malha urbana de Várzea Grande, com atenção especial à inclusão e ao direito de ir e vir de todos os cidadãos.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Hepatites virais: diagnóstico precoce é essencial para combater doenças que podem permanecer silenciosas

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Muitas vezes, as hepatites virais chegam sem avisar. A pessoa pode estar infectada e passar anos sem apresentar qualquer sintoma, enquanto o vírus provoca alterações no fígado. Foi justamente para levar informação e estimular o cuidado com a saúde que a equipe da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande realizou uma palestra para os hóspedes da Casa de Acolhimento Rogina de Arruda, localizada no bairro Novo Várzea Grande.

O encontro abordou as hepatites virais, com destaque para os tipos B, C e Delta, além de informações sobre sífilis e HIV. A atividade foi realizada a convite da própria instituição, que atende pessoas vindas de outras regiões para consultas e tratamentos de saúde, além de pessoas em situação de rua e em outras condições de vulnerabilidade.

Durante a palestra, o médico da Atenção Básica, Dr. Natanael, explicou como ocorre a transmissão, quais são os principais sinais e sintomas e como é feito o diagnóstico. A equipe também reforçou a importância da prevenção e da realização de testes.

Além do médico Natanael, participaram da atividade a enfermeira Jhaniele, a técnica de enfermagem Raquel, Laura, da Vigilância em Saúde do Trabalhador, a gerente da Vigilância Epidemiológica, Silvana, a enfermeira Maria José e a servidora Rosemeire Fernandes, agente de combate às endemias.

Uma doença que pode passar despercebida

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado. Quando apresentam sintomas, eles podem incluir cansaço, febre, mal-estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Entretanto, principalmente nos casos de hepatites B e C, a ausência de sintomas é comum, o que pode atrasar a descoberta da doença.

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A história do engenheiro florestal André Coutinho mostra como a hepatite C pode ser silenciosa. Diagnosticado com a doença, ele passou por um período de luta até conseguir enfrentar o problema e seguir com o tratamento. André conta que, até hoje, não sabe exatamente onde ocorreu o contágio.

“Comecei a ficar ruim, com todos os sintomas, procurei o pronto atendimento e, nos exames, fui diagnosticado com a hepatite. Fiz o tratamento certinho para não ter complicações severas”, comentou André.

A experiência também reforça uma das principais orientações dos profissionais de saúde: não é preciso esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento. No caso da hepatite C, aproximadamente 80% das pessoas não apresentam sintomas, e o diagnóstico frequentemente acontece durante exames de rotina ou por meio de testagem.

Diagnóstico

O diagnóstico das hepatites B e C pode começar por meio de testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde. No caso da hepatite C, quando o teste aponta contato com o vírus, exames complementares são realizados para confirmar se existe infecção ativa.

A hepatite B pode ser prevenida com vacina, disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Já a hepatite C não possui vacina, mas atualmente existe tratamento capaz de curar a infecção.

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A programação também abriu espaço para discutir outras infecções, como sífilis e HIV, ampliando a conversa sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.

“Sempre somos chamadas pela direção de entidades para ministrarmos palestras orientativas e também para realizarmos exames. Essa participação é ótima para nós, da saúde, para estarmos próximos da população, levar conhecimento e exames. Esse é o nosso papel”, ressaltou a agente de combate às endemias Rosemeire Fernandes.

E o trabalho de orientação não termina na palestra. Como parte da programação voltada à saúde dos homens, a equipe já deixou agendada para novembro uma nova atividade na instituição, desta vez com orientações sobre câncer de próstata e cuidados com a saúde do homem.

Mais do que transmitir informações, ações como essa ajudam a aproximar o serviço de saúde de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para acessar atendimento. Afinal, quando uma doença pode permanecer silenciosa por anos, informação, prevenção e diagnóstico são ferramentas fundamentais para evitar que o problema só seja descoberto quando as complicações já apareceram.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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