Cuiabá

Vereadora Maysa Leão assume pela primeira vez a presidência da sessão na Câmara de Cuiabá

Publicado em

18/02/2025
Vereadora Maysa Leão assume pela primeira vez a presidência da sessão na Câmara de Cuiabá

Da assessoria – Vereadora Maysa Leão&nbsp

Na sessão desta terça-feira (18), a vereadora Maysa Leão (Republicanos) presidiu pela primeira vez o início da sessão na Câmara Municipal de Cuiabá. Ela ocupa o cargo de vice-presidente da Mesa Diretora, que é formada majoritariamente por mulheres, um marco significativo na política local.
A Mesa Diretora da Câmara Municipal de Cuiabá, composta por mulheres, é liderada pela vereadora Paula Calil (PL), e conta com as vereadoras Maysa Leão (Republicanos), na vice-presidência, além das secretárias Michelly Alencar (União), Katiuscia Manteli (PSDB) e Dra. Mara (Podemos). Essa composição reforça o papel crescente das mulheres nas posições de poder e decisão, destacando a importância de uma representatividade mais igualitária e diversificada no Legislativo.
Ao assumir a presidência da sessão, Maysa Leão expressou sua honra e compromisso com o fortalecimento da política inclusiva e transparente. “É um grande privilégio presidir esta sessão ao lado de mulheres que se destacam na política e nas suas respectivas comunidades. Nossa Mesa Diretora é um exemplo do poder feminino no Legislativo, e meu compromisso é seguir trabalhando com dedicação para garantir políticas públicas que beneficiem toda a população de Cuiabá”, declarou a vereadora.
A sessão foi marcada pela participação ativa dos vereadores, que reconheceram a liderança da Mesa Diretora e a importância da representatividade feminina na Câmara Municipal. A vereadora Maysa Leão, ao lado de suas colegas, segue com o compromisso de promover uma gestão mais acessível e alinhada com as necessidades da população cuiabana.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Prefeitura remove edificações desocupadas em área de nascentes após recomendações do Ministério Público

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A Prefeitura de Cuiabá realizou, na manhã desta quinta-feira (27), uma nova ação de fiscalização e remoção de edificações irregulares no Loteamento Residencial Ilza Terezinha Picoli Pagot e entorno. A atuação ocorre em cumprimento a recomendações e notificações do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), que orientam o poder público a exercer seu papel constitucional e legal na proteção do meio ambiente, do patrimônio público e da segurança da população.

Durante a operação, realizada de forma coordenada pela Secretaria de Ordem Pública, com apoio da Polícia Militar e demais órgãos envolvidos, cerca de oito edificações desocupadas foram demolidas. As estruturas eram de alvenaria, muros e obras ainda em construção. Conforme levantamento realizado pelos órgãos municipais, não havia moradores nos imóveis no momento da intervenção. Nenhuma família foi retirada de residência habitada.

A área possui nascentes e características de área úmida, com presença de minas d’água, além de solo arenoso e suscetível a processos erosivos e alagamentos. O local está inserido em área de preservação permanente (APP), que possui legislação específica e restritiva justamente para garantir a proteção dos recursos hídricos e das nascentes.

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Laudo elaborado pela Defesa Civil Municipal também classificou a região como de alto risco hidrológico. Segundo os estudos técnicos, as condições do terreno podem provocar erosões, alagamentos e comprometer a segurança de edificações instaladas no local. Por se tratar de área ambientalmente protegida e de risco, a ocupação também apresenta restrições para eventual regularização fundiária.

Ao comentar a atuação, o prefeito Abílio Brunini reforçou que o Município não apoia novas ocupações irregulares e que a Prefeitura está cumprindo determinações e orientações dos órgãos de controle e do sistema de Justiça. “Não invadam área pública, privada, área de proteção permanente, área de praça, qualquer equipamento público ou privado. Se invadir, infelizmente, teremos de agir para proteger o direito à propriedade e o bem público”, afirmou.

O prefeito também destacou que a fiscalização não tem como objetivo retirar famílias de imóveis habitados sem o devido atendimento. “Se tivesse alguma família dentro, ela teria o apoio”, afirmou, ao explicar que as estruturas demolidas durante a ação foram previamente verificadas e estavam desocupadas.

A Prefeitura ressalta que o combate às ocupações irregulares ocorre especialmente em áreas públicas, propriedades privadas e locais ambientalmente protegidos, em atendimento às recomendações e notificações do Ministério Público e às determinações judiciais. A legislação estabelece proteção especial para áreas de nascentes e APPs, restringindo intervenções que possam causar degradação ambiental.

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Nos casos em que houver famílias em situação de vulnerabilidade eventualmente afetadas por ações de desocupação, o Município prevê atendimento individualizado por meio do Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), com participação das secretarias de Assistência Social e Habitação e encaminhamento à rede de proteção social.

A medida reforça a atuação integrada do poder público para impedir novas ocupações em áreas ambientalmente protegidas e de risco, preservar as nascentes e garantir o cumprimento das normas ambientais, urbanísticas e das orientações dos órgãos de controle.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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