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Força Tática prende faccionado com 103 porções de drogas em Tangará da Serra

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Equipes da Força Tática do 7º Comando Regional prenderam um homem faccionado, de 22 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite desta sexta-feira (8.5), em Tangará da Serra. O suspeito foi detido com 103 porções de maconha e cocaína e cerca de R$ 1,3 mil em dinheiro proveniente do crime.

Os policiais da Força Tática iniciaram diligências após receberem denúncias de que um suspeito teria recebido grande quantidade de drogas de uma facção criminosa. As denúncias também relataram que esse suspeito também fazia a venda dos entorpecentes, em uma quitinete.

Diante das informações, os militares seguiram para o endereço do suspeito e encontraram um homem, com as mesmas características informadas, na frente de uma quitinete colocando um material dentro de uma bolsa.

Os policiais se aproximaram para abordagem, momento em que o suspeito jogou seu celular no chão. Na continuidade da abordagem, a equipe constatou que a bolsa que ele carregava estava com diversas porções de entorpecentes.

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Dentro da casa, os militares também localizaram mais porções de drogas e outros materiais utilizados no tráfico. Ao todo, foram apreendidas 61 porções de maconha, 40 pinos e duas porções grandes de cocaína, cinco balanças de precisão e R$ 1.294,00 em dinheiro.

Ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a delegacia de Tangará da Serra e entregue à Polícia Judiciária Civil para registro da ocorrência e demais procedimentos que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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