Ministério Público MT

MPMT denuncia vereador por violência doméstica

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da Promotoria de Justiça de Vila Rica (a 1.259km de Cuiabá), denunciou o vereador Igor Augusto Souza por lesão corporal no âmbito da violência doméstica, nesta quinta-feira (02). Conforme a denúncia, o parlamentar ofendeu a integridade corporal da companheira com socos, no dia 7 de janeiro deste ano, durante uma festa de confraternização. 

A vítima e o acusado conviviam maritalmente há aproximadamente um mês. Contudo, o relacionamento amoroso marcado por intenso ciúme durava cerca de oito meses. No dia do crime, o casal iniciou uma discussão motivada por ciúme quando o acusado desferiu um beliscão na barriga da mulher e disse: “vamos embora senão você vai passar vergonha”. Diante da recusa da vítima, o denunciado desferiu um soco no rosto dela. Para se defender, ela arremessou um copo nele e acabou levando outro soco. 

“Evidencia-se nos autos que desconhecidos da confraternização interferiram nas agressões, oportunidade em que a ofendida acionou a polícia militar e o denunciado empreendeu fuga do local. Ocorre que, durante o deslocamento para o pronto-socorro, a guarnição avistou o veículo do acusado na residência da avó da ofendida, momento em que identificarem aquele, o prenderam em flagrante delito e o conduziram para a delegacia de polícia para as providências cabíveis”, narra a denúncia. 

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De acordo com o promotor de Justiça Substituto Jacques de Barros Lopes, o vereador é investigado em outro inquérito policial, também por violência doméstica, tendo como vítima a ex-esposa. 
 

Fonte: MP MT

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Ministério Público MT

MPMT garante acolhimento de adolescente e apura abandono intelectual

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A 2ª Promotoria de Justiça Cível de Primavera do Leste (a 231 km de Cuiabá) garantiu o cumprimento de medida de acolhimento institucional de um adolescente em situação de evasão escolar, nesta quarta-feira (16). O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) agiu com o objetivo de assegurar o direito fundamental à educação e a proteção integral do adolescente, conforme decisão judicial proferida no âmbito de medida de proteção.O caso teve início após o encaminhamento ao MPMT de informações sobre a ausência de frequência escolar do adolescente. Durante a apuração, diversos órgãos da rede de proteção realizaram tentativas de acompanhamento da família, mas as medidas não obtiveram êxito. Relatórios apontaram que o adolescente acumulava elevado número de faltas escolares e que a responsável não colaborava com as ações de acompanhamento promovidas pelos órgãos competentes.Diante da situação, a Justiça determinou o acolhimento institucional do adolescente, além da expedição de mandado de busca e apreensão para viabilizar o cumprimento da medida protetiva. A decisão considerou que os direitos da criança e do adolescente estavam em situação de risco e que o acolhimento era necessário para garantir proteção e acesso a direitos fundamentais.Durante o cumprimento da ordem judicial, que contou com a participação de integrantes da rede de proteção, agentes da Infância e Juventude, Conselho Tutelar e apoio da Polícia Militar, o adolescente não foi localizado. No entanto, foram identificadas outras duas crianças da família que também estavam fora da escola.Em nova diligência realizada pelo Ministério Público, a responsável pela família foi questionada sobre o paradeiro dos filhos, mas se recusou a fornecer informações. Diante dos fatos constatados e da situação envolvendo a ausência de matrícula e frequência escolar dos três filhos, ela foi conduzida à autoridade policial para as providências cabíveis relacionadas à apuração de abandono intelectual.

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Foto: Reprodução YouTube.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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