Tribunal de Justiça de MT

Cristiane Padim é designada juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça

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A magistrada Cristiane Padim da Silva foi designada juíza-auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça. A designação ocorre devido à ascensão na carreira do magistrado Lídio Modesto da Silva Filho que assumiu uma vaga de desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Lídio Modesto até então atuava como auxiliar do corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva.
 
Com a alteração, Cristiane Padim, assume as atribuições de: I- supervisionar as atividades do Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (DAPI), com foco na área de tecnologia e da plataforma Processo Judicial Eletrônico (PJe e PJeCor); II – coordenar as atividades da Auditoria da Corregedoria, acompanhando a produtividade e cumprimento de metas pelos magistrados, apresentando relatórios e sugestões de intervenção em unidades judiciárias; V – supervisionar as atividades da Coordenadoria da Corregedoria-Geral da Justiça; VI – coordenar a elaboração e execução do plano de trabalho para cumprimento das Metas 07 (Priorizar o julgamento dos processos dos maiores litigantes e dos recursos repetitivos) e 09 (consiste em integrar a Agenda 2030 ao Poder Judiciário. Para isso, o tribunal deve realizar ações de prevenção ou desjudicialização de litígios voltadas aos ODS da Agenda 2030), bem como monitorar a evolução dos indicadores de desempenho; VII – administrar localmente os sistemas de informação disponibilizados (POLITEC ONLINE, INFOSEG, SISBAJUD, RENAJUD, SEEU, BNMP, Malote Digital). Monitoramento dos indicadores relacionados ao Prêmio Nacional de Qualidade, entre outras ações. 
 
 
Cristiane Padim é juíza de Direito do Poder Judiciário de Mato Grosso, coordenadora do NUPEMEC (Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Resolução de Conflitos Portaria TJMT/PRES 833/2019) reconduzida em 2023 (Portaria TJMT/TP 160/2023); Coordenadora do CEJUSC (Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania) de Segundo Grau (Portaria TJMT/PRES 133/2023), designada para jurisdicionar no Juizado Especial Cível do Jardim Glória, da Comarca de Várzea Grande (Portaria TJMT/PRES 1332/2022), Coordenadora dos Eventos junto à ESMAGIS (Portaria 01/2021), Membro do COFI (Corpo Docente para Curso Oficial de Formação de Juízes Substitutos) formadora da ESMAGIS (Portaria-Conjunta 03/2021-2022 ESMAGIS/CGJ), Membro da Comissão Especial sobre Drogas Ilícitas (Portaria TJMT/PRES 334/2023), Membro do Conselho Administrativo da AMAM, Membro da Comissão de Negociação de Contratos de Plano de Saúde (Portaria TJMT/PRES 307/2021), Membro do Laboratório de Inovação, Inteligência e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (LIOSD Portaria TJMT/PRES 350/2021), Membro do Centro de Inteligência (CIPJMT Portaria TJMT/PRES 341/2023), Membro da Comissão Interna do PJe (Portaria TJMT/PRES 203/2021), Membro do Conselho Temático da Justiça Restaurativa (Portaria TJMT-PRES 430/2021), Formadora pela ENFAM, conteudista e tutora do curso Apoio às vítimas de crimes e atos infracionais, credenciado na ENFAM em 2022 e ministrado nas escolas judiciais do Mato Grosso, Maranhão, Acre e Piauí.
 
A magistrada passou pelas comarcas de Porto Alegre do Norte na Vara Única (24/09/2007 a 17/06/2012), Pontes e Lacerda na 1ª Vara Criminal (18/06/2012 a 27/02/2013), Juína na 2ª Vara (28/03/2013 a 23/11/2015), Campo Novo dos Parecis na 1ª Vara (24/11/2015 a 14/12/2016), Alto Araguaia na 1ª Vara (15/12/2016 a 17/06/2018), Alta Floresta na 2ª Vara (18/06/2018 a 27/03/2019), Tangará da Serra na 1ª Vara Criminal (28/03/2019 a 30/06/2019). Atuou na 2ª Vara Especializada da Infância e Juventude de Cuiabá (01/07/2019 a 15/02/2021), Juizado Especial Criminal Unificado de Cuiabá (01/01/2021 a 30/06/2021). Ficou desvinculada das funções jurisdicionais a pedido do Presidente do NUPEMEC por 06 (seis) meses, em seguida foi designada para o Núcleo de Atuação Estratégica NAE (29/04/2022 a 31/12/2022).
 
#ParaTodosVerem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Imagem: Foto colorida da juíza Cristiane Padim. Ela tem cabelos encaracolados abaixo dos ombros, com luzes loiras. Ela fala ao microfone em um púlpito. Veste uma blusa laranja e usa óculos de grau.
 
Alcione dos Anjos
Assessoria de Imprensa CGJ-MT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Entenda a sua audiência: Saiba como funciona um Tribunal do Júri

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Está no ar mais uma edição da série “Entenda a sua audiência”, iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Laboratório de Inovação – InovaJusMT e da Coordenadoria de Comunicação, que busca aproximar a Justiça da sociedade com a disponibilização de vídeos que explicam o funcionamento dos diversos tipos de audiência judicial. Neste episódio, o tema é “Tribunal do Júri”, que já pode ser conferido no canal do TJMT no Youtube.
A iniciativa utiliza linguagem simples e inteligência artificial para produzir vídeos e cartilhas informativas de fácil compreensão, com o objetivo de disseminar conhecimento sobre os direitos dos cidadãos relativos ao acesso à Justiça, facilitando a experiência da pessoa que vivencia a situação de participar de uma audiência.
Vale destacar que a série Entenda a sua Audiência é uma das duas produções do TJMT finalistas no Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça 2026, promovido pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ), na categoria “Iniciativa de IA”. A premiação reconhece iniciativas de todo o país que fortalecem a comunicação pública, valorizam a transparência institucional e aproximam o Sistema de Justiça da sociedade.
Episódio “Tribunal do Júri”
Neste vídeo, você fica sabendo cada detalhe do funcionamento do Tribunal do Júri, um tipo de julgamento em que a decisão fica nas mãos da sociedade, representada pelos jurados, que são cidadãos comuns, de reputação ilibada.
Previsto na Constituição Federal de 1988, o Tribunal do Júri julga crimes dolosos contra a vida, ou seja, quando a pessoa tem a intenção de matar ou assume o risco de causar a morte, como são os casos de homicídio doloso, feminicídio, vicaricídio, induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio, infanticídio, aborto criminoso. A tentativa desses tipos de crimes também pode ser julgada pelo Tribunal do Júri, bem como os crimes conexos.
O vídeo também explica quem são as pessoas que participam do Tribunal do Júri, como o juiz ou juíza, que conduz a sessão de julgamento e fixa a pena, se houver condenação; o (a) promotor (a) de justiça, que representa o Ministério Público e apresenta a acusação; a assistente de acusação, que pode representar a família da vítima, quando houver; o advogado, que faz a defesa do réu ou da ré; o réu ou a ré, que é a pessoa acusada de cometer o crime; as testemunhas, que contam ao júri o que viram, ouviram ou sabem sobre o caso. Por fim, os (as) sete jurados são cidadãos comuns convocados para participar do julgamento.
Até mesmo o roteiro de uma sessão do Tribunal do Júri é explicado no vídeo, desde a convocação de 25 jurados (as), dos quais sete são sorteados para atuarem no julgamento até o proferimento da sentença.
Os direitos e deveres dos jurados também são abordados, como a obrigatoriedade de comparecimento e a garantia da folga no trabalho nos dias de participação na sessão do Tribunal do Júri. O voto dos jurados é secreto e sua imagem deve ser preservada, ou seja, nomes e imagens não podem ser divulgados ao público.

Autor: Celly Silva

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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