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TJMT mantém nível de excelência em governança e gestão da Tecnologia da Informação

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) permaneceu em 2025 no nível de excelência do Índice de Governança, Gestão e Infraestrutura de Tecnologia da Informação e Comunicação do Poder Judiciário (iGovTIC-JUD), alcançando nota 93,75 pontos. A avaliação é realizada anualmente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e considera evidências relacionadas à governança, gestão, segurança da informação e transformação digital.

De acordo com o assessor de Governança e Planejamento de TIC, Marco Antonio Molina Parada, o resultado é reflexo dos investimentos contínuos em tecnologia para agilizar processos, garantir a segurança de dados e promover a transparência. “O iGovTIC-JUD é um indicativo de que o Tribunal atende aos padrões mais altos do Judiciário em diversos aspectos. Isso se traduz em melhorias diretas na qualidade dos serviços prestados à sociedade”, destacou.

O índice é composto por 28 questões, divididas em oito temas: estruturas organizacionais e macroprocessos; políticas e planejamento; transformação digital; atendimento e suporte ao usuário: pessoas: infraestrutura tecnológica e serviços em nuvem; riscos, segurança da informação e proteção de dados e sistemas de informação.

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Entre os projetos em destaque, estão o uso de inteligência artificial (com o sistema LexiA e o resumo inteligente), a ampliação da utilização de serviços em nuvem e a integração com plataformas de governo. Os principais desafios para os próximos anos incluem preencher cargos efetivos da área de TIC, consolidar a migração de sistemas para a nuvem e regulamentar políticas específicas para esse ambiente e fortalecer a segurança da informação.

Além de garantir inovação e eficiência, a nota acima de 90 no iGovTIC-JUD também contribui com 30 pontos para o Selo Diamante do Prêmio CNJ de Qualidade, outro importante mecanismo de reconhecimento nacional ao trabalho do Judiciário.

A coordenadora de Tecnologia da Informação (CTI) do TJMT, Márcia Buhr, comentou sobre o excelente resultado. “Nosso trabalho é orientado pela Estratégia Nacional de Tecnologia da Informação e Comunicação do Poder Judiciário (ENTIC-JUD) e alinhado ao Planejamento Estratégico do PJMT. Nesse sentido, a CTI está constantemente aprimorando métodos e processos para garantir a excelência nos serviços prestados. Esse resultado é fruto do comprometimento e dedicação dos servidores da CTI e do compromisso em alinhar a tecnologia às necessidades da sociedade”, afirmou.

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Autor: Roberta Penha

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

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Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

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Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

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Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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