Opinião

“Fábio Garcia é minha escolha e terá o meu apoio”, afirma Virginia Mendes em resposta à postagem de Gabriel Guilherme

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Gabriel Guilherme, advogado, suplente de vereador em Cuiabá e presidente estadual do União Jovem, lançou luz sobre um tópico crucial na cena política ao replicar uma matéria do jornal A Gazeta, cujo título “Currículo pesa na disputa de 2024 em Cuiabá” chamou a atenção. Guilherme ressaltou a influência significativa que o currículo pode exercer na competição eleitoral rumo à prefeitura da capital mato-grossense no próximo pleito.

Através de uma postagem compartilhada em seu perfil oficial no Instagram, Gabriel Guilherme apontou Fábio Garcia como um nome forte na busca pela chefia do executivo municipal. Citando um trecho da matéria, Guilherme evidenciou os feitos notáveis de Fábio Garcia: “E, quando o assunto é currículo, FÁBIO GARCIA sai na frente disparado! É pós-graduado em finanças e administração pública em Harvard. Foi presidente de uma multinacional com orçamento maior do que de Cuiabá com apenas 28 anos de idade. Diretor da FIEMT aos 30 anos. Foi presidente do Sindicato de Energia. É braço direito do governador Mauro Mendes”.

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Nesse contexto, Guilherme sublinhou a importância de uma gestão eficiente para a cidade:“À bem da verdade, depois da gestão desastrosa do prefeito Emanuel Pinheiro, bom gestor é o que Cuiabá precisará e muito nos próximos anos”.

A resposta de Virginia Mendes, primeira-dama do estado, à postagem de Guilherme, teve um impacto notável na difusão do assunto, elevando sua visibilidade. Ao compartilhar o elogio em sua própria conta no Instagram, ela ampliou ainda mais o alcance da mensagem.

Em resposta a um internauta que manifestou ceticismo quanto à viabilidade de Fábio Garcia como vencedor da eleição, Virginia Mendes foi incisiva: “É a minha escolha e contará com o meu apoio”.

Esse movimento de apoio público sugere um possível alinhamento em torno de Fábio Garcia para a disputa eleitoral pelo Alencastro em 2024. O foco no currículo e na capacidade de gerenciamento reflete a crescente importância que os eleitores atribuem a esses aspectos, especialmente dada a turbulência na administração municipal.

A manifestação pública de Virginia Mendes fortalece ainda mais a imagem de Fábio Garcia como uma figura influente e capaz de conduzir uma gestão mais eficaz, orientada para os interesses da população. A próxima eleição pode se caracterizar por debates centrados na competência administrativa e na trajetória profissional, demonstrando o anseio dos eleitores por uma mudança substancial na governança local.

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Opinião

Crianças são reflexo do ambiente

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Mariana Vidotto é psicoterapeuta, mentora e palestrante
Mariana Vidotto é psicoterapeuta, mentora e palestrante

Por Mariana Vidotto

Durante anos, inúmeras famílias chegaram ao consultório em busca de respostas para comportamentos considerados “difíceis” nas crianças: crises emocionais, agressividade, ansiedade, dificuldades de aprendizagem, insegurança, irritabilidade, isolamento, explosões frequentes ou até sintomas físicos sem causa aparente.

Na maioria das vezes, o olhar inicial recaía exclusivamente sobre a criança, como se ela fosse o centro do problema. Mas a prática clínica revela algo muito mais profundo: a criança raramente adoece sozinha.

Ao longo da experiência construída no acompanhamento terapêutico infantil e familiar, tornou-se impossível ignorar um padrão recorrente. Muitas crianças estavam apenas expressando, através do comportamento, aquilo que o sistema familiar ainda não havia conseguido elaborar emocionalmente. O sintoma infantil, frequentemente, é a linguagem silenciosa de um ambiente emocionalmente sobrecarregado.

A criança absorve o ambiente antes mesmo de compreender plenamente as palavras. Ela percebe tensões, sente ausências afetivas, reage à instabilidade emocional dos adultos, internaliza conflitos, excessos de cobrança, desconexões emocionais e vínculos fragilizados. Aquilo que muitas vezes é interpretado apenas como “mau comportamento” pode ser, na verdade, uma manifestação legítima de sofrimento emocional.

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A neurociência do desenvolvimento infantil já demonstra que o cérebro da criança é profundamente moldado pelas experiências emocionais vividas dentro do ambiente familiar. Relações marcadas por insegurança, instabilidade, rigidez excessiva, negligência emocional ou ausência de presença afetiva impactam diretamente a forma como essa criança aprende, se relaciona, regula emoções e constrói sua percepção sobre si mesma e sobre o mundo.

Foi justamente a partir dessa compreensão clínica que surgiu a necessidade de ampliar o cuidado para além da criança. Porque tratar apenas o comportamento infantil, sem olhar para a dinâmica emocional da família, é atuar apenas na consequência enquanto a origem permanece intacta.

Ao longo de mais de uma década acompanhando famílias em diferentes países, uma constatação passou a se repetir de forma contundente: muitas crianças carregam dores emocionais que não nasceram nelas. Elas apenas expressam aquilo que o sistema familiar silencia, reprime ou ainda não conseguiu transformar.

Existem crianças vivendo em estado constante de alerta emocional. Crianças rotuladas como agressivas quando, na verdade, estão emocionalmente desorganizadas. Crianças consideradas “difíceis” quando apenas aprenderam a sobreviver ao caos emocional ao redor delas.

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O olhar sistêmico rompe com a ideia ultrapassada de individualizar o sofrimento infantil. Ele compreende que toda criança está inserida em uma dinâmica emocional coletiva e que, muitas vezes, ela se torna o reflexo mais visível de estruturas familiares fragilizadas.

Por isso, o trabalho terapêutico com famílias não busca culpados. Busca consciência. Busca interromper padrões emocionais destrutivos que atravessam gerações de forma silenciosa. Busca reconstruir vínculos, fortalecer a comunicação afetiva e devolver segurança emocional às relações.

Quando os adultos se reorganizam emocionalmente, a criança deixa de precisar manifestar através do comportamento aquilo que a família ainda não conseguia enxergar.

É nesse momento que o desenvolvimento infantil deixa de ser apenas uma tentativa de correção de sintomas e passa a se tornar um verdadeiro processo de transformação familiar.
Porque, na maioria das vezes, a criança não é o problema. Ela é apenas a primeira a revelar que algo dentro daquela estrutura precisa ser cuidado.

Mariana Vidotto é psicoterapeuta, mentora e palestrante, especialista em neurociência aplicada ao desenvolvimento humano e dinâmica familiar com acompanhamento terapêutico sistêmico. @marianavidotto

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