Saúde

Ministério da Saúde investe mais de R$ 19 milhões por ano no atendimento infantil em Maringá (PR)

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O Ministério da Saúde anunciou, neste domingo (13), um investimento anual de mais de R$ 19 milhões para ampliar e qualificar o atendimento pediátrico no Hospital da Criança de Maringá, no Paraná. O recurso federal permitirá a implantação do serviço de oncologia pediátrica, a habilitação de novos leitos de UTI e a expansão de consultas, exames, cirurgias e internações para crianças da região.

A formalização das medidas ocorreu pela manhã, durante solenidade no auditório do hospital, com a presença do secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, Mozart Sales. Na ocasião, foram assinadas portarias que representam avanços importantes na rede de atenção especializada infantil da macrorregião Noroeste do estado.

Estamos descentralizando os serviços de alta complexidade para garantir que o cuidado chegue mais perto das famílias. Maringá passa a ser referência em oncologia pediátrica, com estrutura e equipe para atender crianças que antes precisavam se deslocar centenas de quilômetros para receber tratamento”, destacou Mozart Sales.

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O Hospital da Criança de Maringá é referência para mais de 200 municípios das regiões Noroeste e Norte do Paraná. Com os novos recursos, a unidade dobrará a capacidade de cirurgias pediátricas, de 200 para 400 por mês, e de internações clínicas, de 150 para 300 por mês. Também foram habilitados 6 leitos de UTI Pediátrica Tipo II.

Entre os destaques da estrutura, estão o Ambulatório de Doenças Raras e Genética Humana, um centro de pesquisa em doenças raras e genética, além da oferta de 11 especialidades pediátricas, como neurologia, psiquiatria, cardiologia, infectologia, cirurgia geral e, agora, oncologia. São realizadas cerca de 1.200 consultas e 1.000 exames por imagem por mês.

Com a implantação da oncologia pediátrica, o hospital passa a atender crianças com câncer que anteriormente eram encaminhadas para Curitiba ou Londrina, consolidando-se como centro de referência em média e alta complexidade para o cuidado infantil.

“É um salto importante na regionalização do SUS. Maringá ganha capacidade técnica, financiamento e estrutura para tratar com dignidade as crianças da região. Isso é política pública com foco em equidade”, afirmou Mozart Sales.

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Os avanços anunciados em Maringá se somam ao conjunto de ações do programa Agora Tem Especialistas, uma iniciativa do Ministério da Saúde e do Governo Federal com o objetivo de reduzir o tempo de espera por atendimentos no Sistema Único de Saúde (SUS). A ação integra as políticas da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES) e busca promover um atendimento mais ágil e eficiente para a população.

Entre as medidas adotadas estão a ampliação de mutirões, o uso de unidades móveis de saúde (carretas), a aquisição de transporte sanitário e o reforço em atendimentos especializados — como consultas, exames, cirurgias e tratamentos oncológicos —, realizados com mais agilidade, eficiência e equidade em todo o país.

As medidas reforçam o compromisso do Governo Federal com a ampliação do acesso e a qualificação da atenção especializada no Paraná e em todo o Brasil.

Patrícia Coelho
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Saúde

Nova fase da Operação Gota beneficia 20 comunidades indígenas na Amazônia

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A partir do próximo domingo (30), o Ministério da Saúde inicia uma nova fase da Operação Gota para beneficiar 20 aldeias indígenas na Amazônia Legal. A ação amplia o acesso à vacinação para comunidades remotas, onde as condições geográficas e de transporte demandam uma logística 100% via aérea para o deslocamento das equipes de saúde. 

A operação segue até o dia 6 de setembro e contempla as comunidades atendidas pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Amapá e Norte do Pará. A população terá acesso à todas as vacinas disponíveis no Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). A Operação Gota é uma ação integrada entre as Secretarias de Saúde Indígena (Sesai) e de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), do Ministério da Saúde, e a Força Aérea Brasileira (FAB), do Ministério da Defesa.

A ação também será realizada em comunidades indígenas do Médio Rio Purus, com atividades previstas entre os dias 10 e 20 de setembro. No primeiro semestre deste ano, também foram atendidos os territórios do Alto Rio Negro, Alto Rio Juruá e Vale do Javari. Nesses três territórios, foram visitadas 112 aldeias, aplicadas 13 mil doses e vacinados mais de 8 mil indígenas.

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Planejamento das ações

Antes das missões, os DSEI realizam o levantamento das comunidades com maior dificuldade de acesso e identificam as pessoas que deverão ser atendidas. Também são definidos os quantitativos de vacinas, insumos e demais recursos necessários para a realização das atividades. Além da vacinação, as equipes podem realizar outros atendimentos de saúde durante as missões, conforme as necessidades identificadas em cada território. Entre as atividades, estão assistência médica, avaliação e acompanhamento nutricional e outras ações de atenção à saúde.

Sobre a Operação Gota

A Operação Gota (OG) é uma estratégia interministerial iniciada em 1989 e coordenada pelo Ministério da Saúde desde 1992, com o objetivo de assegurar o acesso à vacinação em regiões remotas da Amazônia Legal.

Em 1996, a estratégia foi incorporada ao escopo técnico do Programa Nacional de Imunizações (PNI), consolidando-se como importante instrumento para a promoção da equidade no acesso aos imunobiológicos e para o fortalecimento das ações de vacinação em territórios de maior vulnerabilidade geográfica e social.

Leidiane Souza
Rayane Bueno

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Fonte: Ministério da Saúde

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