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Saúde leva experiência imersiva para a 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

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Neste ano, o Ministério da Saúde participará da 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), lançando duas atrações para os visitantes do evento, destinadas especialmente ao público infantojuvenil. Uma delas será a revista “Guardiões do Planeta Água”, que traz diversos personagens, incluindo o Zé Gotinha, como defensores do cuidado da água, da vida e da saúde. A outra atração será uma experiência imersiva, numa sala que promete encantar quem passar por lá, por meio de projeções de arte digital. Além disso, o estande do MS terá vários materiais e kits para distribuição.

A 22ª SNCT acontecerá entre os dias 20 e 26 de outubro de 2025 em todo o país, por meio de atividades descentralizadas, e de 21 a 26 de outubro na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF). Em 2025, o tema do evento é “Planeta Água: a cultura oceânica para enfrentar as mudanças climáticas no meu território.”

“Para quem for à Semana Nacional de Ciência e Tecnologia neste ano, vamos proporcionar uma experiência atraente para o público infantojuvenil, tratando de forma lúdica da relação entre a água e a saúde das pessoas, da importância da preservação da natureza, dos rios e oceanos, dos animais e do planeta como um todo. A sala de imersão usa recursos tecnológicos para fazer essa ponte de conhecimento. É uma forma leve de tratar desses temas, formando o público para as questões sobre os recursos hídricos, o meio ambiente e as mudanças climáticas”, comentou a titular do Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit) da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Sectics), Meiruze Sousa Freiras.  

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“Guardiões do Planeta Água”

Por meio de ilustrações, textos curtos e jogos, a revista aborda diversos temas, tais como microplásticos e doenças crônicas; água e clima; águas subterrâneas; doenças causadas por poluição e sujeira na água; mudanças climáticas e nutrição; rios e saúde indígena; tecnologia e saúde; inteligência artificial; dengue; e dicas de como contribuir com cuidados em relação ao meio ambiente. A publicação será distribuída gratuitamente, junto com uma mochila.

Experiência imersiva

Utilizando projeção mapeada, a sala imersiva montada no estande do Ministério da Saúde usa elementos gráficos da revista “Guardiões do Planeta Água” para se conectar com a temática da 22ª SNCT, que é “Planeta Água: cultura oceânica para enfrentar as mudanças climáticas no meu território”.

A narrativa audiovisual que será apresentada ao público se desenvolve apresentando cenas captadas na Esplanada dos Ministérios (local do evento) e na cachoeira do Itiquira, que fica no munícipio de Formosa, no estado de Goiás. Através de recursos de animação gráfica, apresenta-se a trajetória da água da chuva, que faz parte do ciclo da água, representando um recorte do que é a cultura oceânica.

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Com uma linguagem dinâmica e o uso de experimentação com arte digital, o espectador é convidado a navegar pelo trajeto da água até chegar em um ambiente submerso e cheio de ilustrações animadas. A sala conta com projetores e caixas de som estrategicamente posicionadas para gerar a experiência de imersão.

Sobre o evento

De acordo com o MCTI, a SNCT é o maior evento de popularização da ciência do Brasil. Criada em 2004, chega em 2025 à sua 22ª edição, celebrando duas décadas de história em que já contou com mais de um milhão de participantes em todo o país e cem mil visitantes por edição em Brasília (DF). Com ações presenciais e digitais em todos os estados, a SNCT promove o acesso democrático ao conhecimento, estimula a curiosidade científica e integra escolas, universidades, institutos de pesquisa, museus, empresas, governos e sociedade civil.

Acesse o link e saiba mais sobre a 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

Ubirajara Rodrigues

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Saúde

Ministério da Saúde cria fórum nacional para combater desigualdades no trabalho e na formação do SUS

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Em mais uma agenda voltada à promoção da equidade no Sistema Único de Saúde (SUS), o Ministério da Saúde lançou o Fórum Permanente dos Comitês de Equidade no âmbito da Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. O lançamento ocorreu durante o Encontro Nacional realizado nos dias 13 e 14 de maio, em Brasília. O objetivo é fortalecer a articulação nacional entre os comitês estaduais, ampliar o diálogo entre os territórios e consolidar espaços de construção coletiva para promoção da equidade no trabalho e na educação em saúde no SUS. A iniciativa também busca impulsionar a participação social e compartilhar experiências exitosas desenvolvidas nos estados e municípios. 

Os Comitês de Equidade no âmbito do Trabalho e Educação no SUS são uma estratégia criada para fomentar, articular e acompanhar ações do Programa Nacional de Equidade nas esferas estadual, municipal e distrital. O foco está na promoção da equidade de gênero, raça e etnia, além do enfrentamento das violências, preconceitos e discriminações no ambiente de trabalho e na formação em saúde. Atualmente, os 21 comitês já instituídos atuam de forma integrada com as áreas de gestão do trabalho e da educação para fortalecer a valorização das trabalhadoras e trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS). 

Em parceria com estados, municípios e Distrito Federal, o Fórum atuará no fortalecimento e na consolidação dos comitês regionais, incentivando a autonomia e a sustentabilidade das ações nos territórios. A proposta também é subsidiar a tomada de decisão do Ministério da Saúde e de outras instâncias governamentais, além de dar visibilidade às experiências construídas localmente. 

“A criação do Fórum vai permitir que a gente conecte as experiências dos estados e municípios, fortalecendo uma rede nacional de troca e aprendizado. Existem experiências muito potentes acontecendo nos territórios e queremos que elas inspirem outros caminhos e novas soluções. A ideia é justamente fortalecer essa articulação nacional e ampliar o diálogo entre os comitês”, destacou a coordenadora-geral de Ações Estratégicas de Educação na Saúde, Erika de Almeida. 

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Valorização das trabalhadoras do SUS 

Com orçamento superior a R$ 41 milhões, o Programa Nacional de Equidade tem como foco enfrentar desigualdades estruturais vividas pelas trabalhadoras e trabalhadores do SUS, promovendo melhores condições de trabalho e valorização profissional. Desenvolvido pela Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), em parceria com o Hospital Sírio-Libanês e o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, o programa vem fortalecendo ações para construção de ambientes mais inclusivos, respeitosos e livres de discriminação, com iniciativas voltadas à equidade de gênero e étnico-racial em todas as regiões do país. 

O secretário-adjunto de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Jérzey Timóteo, ressaltou que colocar a equidade no centro das políticas públicas é também enfrentar desigualdades históricas que impactam diretamente a saúde da população. 

“Trazer a equidade para o centro da gestão do SUS é reconhecer que a desigualdade também adoece. A pandemia evidenciou isso de forma muito forte, especialmente para segmentos historicamente invisibilizados e para trabalhadoras negras, que muitas vezes ocupam posições mais precarizadas dentro do sistema de saúde. O programa surge justamente para enfrentar essas desigualdades e construir relações de trabalho mais justas e humanas”, afirmou. 

Para o secretário Timóteo, o fortalecimento dos comitês e dos espaços de diálogo também amplia a capacidade de construção coletiva dentro do SUS. “Quanto mais equitativo for o sistema, mais capacidade teremos de produzir cuidado de qualidade para brasileiros e brasileiras. Essa é uma agenda transversal e estratégica para todas as ações do Ministério da Saúde”, completou. 

Impacto para o povo brasileiro 

Com a criação do Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça, Etnia e Valorização das Trabalhadoras do SUS, o Governo do Brasil passou a reconhecer de forma estruturada a diversidade que compõe o SUS e a colocar a equidade como um eixo central da gestão do trabalho e da educação na saúde. 

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Historicamente, a ausência de diretrizes coordenadas limitou o enfrentamento das desigualdades, muitas vezes tratadas como temas periféricos nas políticas públicas. O programa busca mudar essa lógica ao investir na formação, qualificação e valorização da força de trabalho do SUS, refletindo diretamente na qualidade do atendimento prestado à população. 

A proposta é fortalecer uma abordagem mais humanizada, sensível às diversidades e capaz de ampliar o acesso, qualificar o cuidado e aumentar a capacidade do sistema público de saúde de responder às diferentes realidades da população brasileira. 

Atualmente, os Comitês de Equidade já estão presentes em 21 estados: Acre, Amazonas, Amapá, Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Piauí, Sergipe, Pernambuco, Paraíba, Pará, Tocantins, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. 

Desde sua criação, o programa também realizou 11 oficinas regionais e duas oficinas nacionais, reunindo 1.612 participantes de todas as regiões do país. Além disso, foi criada a Especialização e Aprimoramento em Equidade, que formou 558 pessoas na primeira turma e conta atualmente com 1.025 participantes na segunda edição. 

Em parceria com a Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), também foram desenvolvidos cursos autoinstrucionais sobre o Programa Nacional de Equidade e Interculturalidade Indígena. Já em 2025, uma das iniciativas lançadas foi a coletânea Cadernos de Equidade, ampliando a produção e disseminação de conhecimento sobre o tema. 

Conheça o Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça, Etnia e Valorização das Trabalhadoras no SUS

Nádia Conceição
Ministério da Saúde  

Fonte: Ministério da Saúde

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