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Dr. João reforça compromisso com Várzea Grande e amplia investimentos na saúde

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Várzea Grande receberá, na próxima segunda-feira (31), mais R$ 400 mil para investimentos na saúde por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Dr. João (MDB). Médico nefrologista e primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o parlamentar reforça assim uma atuação consistente em favor da saúde pública do município — e já soma R$ 1,132 milhão destinados diretamente à rede municipal de Várzea Grande.

💰 Investimentos de Dr. João em Várzea Grande

🩸 Unidade de Coleta Davi Almeida Franco (Cristo Rei)
R$ 500 mil
🏥 Custeio da saúde municipal (2025)
R$ 232 mil
💉 Nova emenda (entrega em 31/08)
R$ 400 mil
📊 Total destinado a Várzea Grande
R$ 1,132 milhão

Um dos exemplos mais concretos dessa atuação é a Unidade de Coleta Davi Almeida Franco, no bairro Cristo Rei — a primeira unidade de coleta de sangue de Várzea Grande. Dr. João destinou R$ 500 mil em emenda impositiva para sua implantação. Inaugurada em novembro de 2025, a estrutura tem capacidade para realizar até 50 coletas de sangue por dia, reduzindo a dependência dos moradores de deslocamentos até Cuiabá para exames básicos.

“Não se trata apenas de colocar dinheiro no orçamento. Cada recurso que chega à saúde precisa se transformar em atendimento, exame, estrutura e cuidado com quem precisa. É isso que buscamos fazer em Várzea Grande: ajudar de forma concreta.”

Dr. João (MDB), deputado estadual e primeiro-secretário da ALMT

Várzea Grande como piloto no combate à hanseníase

A atuação de Dr. João em Várzea Grande vai além dos repasses financeiros. O município foi escolhido para iniciar um projeto-piloto de capacitação de agentes comunitários de saúde no combate à hanseníase — doença que, durante décadas, condenou pacientes ao diagnóstico tardio e às suas sequelas.

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A lógica da iniciativa é direta: preparar justamente quem entra nas casas, conhece as famílias e está diariamente nos bairros para reconhecer os sinais da doença e ajudar a população a buscar atendimento mais cedo — antes que as sequelas sejam irreversíveis.

“Uma doença descoberta cedo pode ser tratada. Uma pessoa orientada no momento certo pode evitar uma sequela para a vida inteira. É disso que estamos falando. Política pública precisa chegar antes do sofrimento, e não apenas aparecer depois dele.”

Dr. João (MDB)

A iniciativa integra uma mobilização maior liderada pelo parlamentar para enfrentar a hanseníase em Mato Grosso, com articulação institucional, recursos e qualificação da atenção básica. Dr. João é reconhecido como um dos principais defensores do fortalecimento da saúde nos municípios mato-grossenses, com emendas empenhadas tanto em Tangará da Serra — sua principal base eleitoral — quanto em outros municípios do estado.

A visão de um médico que virou deputado

“Eu fui médico antes de ser deputado. Já olhei nos olhos de uma família esperando uma resposta. Já vi a aflição de quem depende do SUS. É por isso que, para mim, saúde nunca será apenas um número no orçamento. Por trás de cada recurso que conseguimos colocar na ponta existe alguém esperando atendimento, alguém querendo voltar para casa, alguém querendo viver.”

Dr. João (MDB)

“Uma cidade desse tamanho não pode ser lembrada apenas em época de eleição. Várzea Grande precisa de presença, trabalho e resultado. Eu quero continuar ajudando a construir uma saúde que enxergue as pessoas antes de enxergar os números.”

Dr. João (MDB)

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MATO GROSSO

”O câncer mudou minha voz, mas não tirou minha força”, revela Margareth Buzetti”

Após questionamentos sobre a voz rouca, candidata ao Senado revela diagnóstico de câncer avançado na tireoide e transforma experiência pessoal em alerta às mulheres sobre diagnóstico precoce e cuidado com a própria saúde

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Durante anos, Margareth Buzetti evitou falar publicamente sobre as razões de sua voz rouca. Não queria que uma experiência difícil de sua vida fosse interpretada como tentativa de despertar pena ou se colocar no papel de vítima. Mas, uma série de perguntas recebidas nas redes sociais após a exposição de campanha, assim como, sucessivas entrevistas concedidas, fez com que ela decidisse contar uma história que carrega há 22 anos.

 

Margareth enfrentou um câncer de tireoide descoberto já em estágio avançado. Foram duas cirurgias e tratamento com iodo radioativo. Ela venceu a doença, mas ficaram sequelas. O tratamento comprometeu suas glândulas salivares e também afetou sua voz, que se tornou mais rouca, baixa e com maior dificuldade para falar.

 

“Eu me curei. Mas sei que poderia ter sido diferente. E foi por isso que resolvi falar. Se a minha história servir para fazer uma mulher marcar aquela consulta que está adiando ou realizar aquele exame que deixou para depois, então já valeu a pena”, afirma.

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A experiência pessoal também levou Margareth a chamar atenção para uma realidade comum na vida de milhões de brasileiras: mulheres que cuidam de todos, mas acabam deixando a própria saúde para depois.

 

“É o filho, a casa, o trabalho, a família. A mulher resolve a vida de todo mundo e muitas vezes é a última da própria lista. O ‘depois eu vejo’, quando estamos falando de saúde, pode custar muito caro. Diagnóstico no tempo certo pode significar tratamento no tempo certo e, principalmente, vida”, diz.

 

Da experiência pessoal à política pública

 

O cuidado com mulheres, mães e crianças acabou se tornando uma das marcas da passagem de Margareth pelo Senado. Além do enfrentamento à violência contra a mulher, sua atuação avançou sobre situações que atingem famílias antes, durante e depois de uma tragédia.

 

Entre as medidas defendidas e relatadas por Margareth estão iniciativas de proteção às mulheres vítimas de violência e seus filhos, além de ações voltadas às crianças e adolescentes e à estrutura de acolhimento das famílias.

 

Para ela, o mesmo princípio deve valer para a saúde: o poder público precisa criar condições para que a mulher consiga se cuidar antes que uma doença avance.

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É dessa experiência que nasce o eixo Cuidar, do Plano Nossas Vidas, com propostas voltadas à ampliação do acesso a exames, diagnóstico e condições para que as mulheres tenham tempo e oportunidade de cuidar da própria saúde.

 

“Eu sei o que significa receber um diagnóstico de câncer. Sei o que significa entrar em uma cirurgia sem saber exatamente como será o depois. E sei também o que significa carregar uma sequela pelo resto da vida. Por isso, quando falo de cuidado, não estou falando apenas de uma proposta. Estou falando de algo real”, disse.

 

Margareth afirma que decidiu tornar pública a história justamente para transformar uma característica pela qual é frequentemente questionada em um alerta.

 

“Minha voz pode ter ficado mais rouca depois de tudo o que passei. Mas ela não ficou menor. Para defender as mulheres, as famílias e cobrar o que Mato Grosso precisa em Brasília, ela fala muito alto”, conclui.

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